Considerado um dos exames diagnósticos mais modernos à disposição da medicina, a Ressonância Magnética possibilita a visualização de várias regiões e órgãos do corpo humano, diferenciando, inclusive, tipos de tecidos, sem a necessidade de expor o paciente a raios X ou a outros tipos de radiação ionizante. As imagens obtidas pelo aparelho permitem ao médico radiologista investigar diversas doenças e suas origens. A Ressonância Magnética de Campo Aberto é um conforto a mais para o paciente portador de claustrofobia (medo de estar em lugares fechados ou de tamanho reduzido), uma vez que ele não desliza para dentro do aparelho como acontece em equipamentos de campo fechado. Por esse motivo, somente os pacientes muito agitados precisam de sedação ou anestesia. O exame costuma durar cerca de 20 a 30 minutos, podendo levar mais tempo apenas em casos mais complexos.
Analisa os fluxos sanguíneos da cabeça e do pescoço, através da subtração das imagens do tecido cerebral. Tem a vantagem de não ser um exame invasivo, portando, não oferece riscos.
Detecta o grau de osteoporose através de um aparelho capaz de medir a massa e a resistência óssea, além de dimensionar o risco de fratura. É fácil, indolor, não necessita de jejum e demora em média 15 minutos.
O melhor método para rastreamento e diagnóstico do câncer de mama, especialmente para mulheres acima de 35 anos. É uma radiografia com carga de radiação muito baixa, obtida após a compressão das mamas.
Realizada através de imagens geradas por um computador, após a incidência de um feixe de raiox X sobre uma pequena região do corpo, produzindo, portanto, pequena quantidade de radiação.
A radiologia convencional e contrastada é um dos primeiros métodos de investigação na tentativa de elucidação diagnóstica, principalmente nos casos de urgência e/ou emergência. Através do uso de uma pequena quantidade de radiação, permite ao médico observar alterações na anatomia e morfologia das diversas partes do corpo.